A GeoHydroTech foi fundada em 1993 pelo Eng. Paulo Paiva. Ele se formou em Engenharia Civil pela EESC / USP em 1973 e se tornou Especialista em Geotecnia pela EP / USP em 1976. Além disso, foi professor da disciplina de Mecânica dos Solos na UFU entre 1987 e 1991.

Depois de trabalhar por muitos anos em grandes empresas de engenharia, decidiu colocar à disposição do mercado sua vasta experiência técnica, comprovada por inúmeros projetos relevantes. Atuando com uma equipe qualificada de profissionais multidisciplinares, a GeoHydroTech conquistou uma enorme reputação nos mercados aonde atua.

Prestamos serviços de consultoria e projetos nas áreas de Geotecnia e Obras de Terra, Recursos Hídricos, Meio Ambiente, Segurança de Barragens, Infraestrutura e Gerenciamento e Supervisão. A competência de nosso corpo técnico, a excelência dos serviços prestados e a experiência adquirida nos qualifica a oferecer soluções de engenharia completas e inovadoras.

A GeoHydroTech sempre será uma empresa de consultoria e projetos que, pela qualificação de sua equipe e comprometimento com seus clientes, se mostrará à altura dos desafios que se apresentarem e desenvolverá soluções completas de engenharia que estabeleçam um padrão referencial de excelência.

Atuamos nos mercados de Mineração, Saneamento, Energia e Infraestrutura.

Nossos Diferenciais

CREDIBILIDADE

PARCERIA PLENA COM

OS CLIENTES

PROXIMIDADE E

DISPONIBILIDADE

 

DIRECIONAMENTO

SOLUÇÕES TECNICAMENTE

INTELIGENTES

EXCELENTE

CUSTO X BENEFÍCIO

Nossos Valores

COMPROMETIMENTO

COOPERAÇÃO

INOVAÇÃO

RECONHECIMENTO

RESPEITO

TRANSPARÊNCIA

 

Entre diversos outros projetos relevantes na área, somos a empresa de engenharia responsável pelo projeto e monitoramento da Barragem de Rejeitos Santo Antônio, de propriedade da Kinross Brasil Mineração, sucessora da Rio Paracatu Mineração (RPM). Localizada no município de Paracatu / MG, essa barragem pode ser considerada a maior do Brasil em termos de volumes de aterro compactado e rejeito armazenado.

Desde 1987 foram construídas 20 etapas de alteamento da barragem, que somam mais de 40 milhões de metros cúbicos de aterro compactado, o que permitiu à RPM / Kinross o armazenamento de cerca de 600 milhões de metros cúbicos de rejeito.

Nesses 29 anos de operação nunca houve um incidente sequer e a empresa nunca precisou paralisar a operação por conta de qualquer problema na barragem. Além disso, o monitoramento, a manutenção e a operação da barragem são feitos de forma primorosa. Tudo isso fez com que ela fosse considerada pela FEAM, o órgão ambiental de Minas Gerais, como o padrão de referência em barragens de rejeito a ser seguido no estado.